Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que três policiais militares entram e deixam o apartamento onde a soldado da PM Gisele Alves Santana foi encontrada morta com um tiro na cabeça. No vídeo também aparece uma quarta mulher, que seria funcionária do condomínio.
Segundo depoimento de uma testemunha à Polícia Civil, as agentes teriam ido ao imóvel para realizar uma limpeza cerca de dez horas após a ocorrência. O apartamento fica no bairro do Brás, na região central de São Paulo, e era onde a policial morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Rosa Neto, de 53 anos.
De acordo com o relato apresentado à investigação, as policiais chegaram ao prédio por volta das 17h48 do dia 18 de fevereiro, mesma data em que a morte da soldado foi registrada. Elas teriam entrado no condomínio acompanhadas por uma funcionária do edifício.
As três agentes foram identificadas como uma soldado e duas cabos da Polícia Militar. As imagens mostram que o grupo permaneceu dentro do apartamento por aproximadamente 50 minutos.
Os registros das câmeras não indicam que as policiais tenham entrado ou saído do local carregando objetos. Mesmo assim, as três agentes deverão prestar depoimento no inquérito que investiga as circunstâncias da morte da policial.
Desmaio antes do tiro
Além das marcas no pescoço de Gisele, a perícia apontou que a vítima pode ter desmaiado antes do disparo que a atingiu. A informação foi divulgada pela TV Globo. O laudo dos peritos, que solicitaram a exumação do corpo para novos exames, coloca em dúvida a versão apresentada pelo marido de Gisele, o tenente-coronel Geraldo Neto, que afirmou que a policial teria cometido suicídio.
As informações são da TV Globo.











