A aprovação de licenciamento ambiental, liberação de alvarás municipais e execução de projetos executivos são entraves para que as obras da Ponte Salvador-Itaparica não tenham as atividades iniciadas em junho do próximo ano, como são previstas.
A informação é do CEO do consórcio, Cláudio Villas Boas, que vai tocar a construção e administrar o equipamento, que deve ser a maior ponte da América Latina.
“Logicamente, uma obra complexa tem uma série de passos anteriores. Então há o processo de licenciamento ambiental, a do projeto básico, projetos executivos, aprovações, alvarás municipais, todas esses passos anteriores precisam ser aprovados antes de iniciar a construção. Pode ser que haja algum pequeno atraso, mas este cronograma é bem construído, já prevendo as eventuais ocorrências”, disse Villas Boas.
Conforme o executivo, já em maio de 2026, uma plataforma provisória será instalada, antes do início das obras em julho. Nesta quarta-feira (3), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) contestou um estudo encomendado pelo próprio governo.
Conforme o executivo, já em maio de 2026, uma plataforma provisória será instalada, antes do início das obras em julho. Nesta quarta-feira (3), o governador Jerônimo Rodrigues (PT) contestou um estudo encomendado pelo próprio governo.
Elaborado em julho passado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o documento aponta pontas soltas como cronograma reprovado pela Seinfra, plano de desapropriação ainda sem cadastro imobiliários, pendências no alvará de construção, problemas de segurança, entre outras.
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